Todos os dados apresentados são públicos e provenientes de portais de transparência governamentais. Este projeto não faz acusações — apresenta dados para fiscalização cidadã.
Escândalos
Casos sob investigação e monitoramento
Vivendas da Barra — proximidade Bolsonaro × Ronnie Lessa/Élcio Queiroz (caso Marielle)
Conjunto de indícios de proximidade física e social entre a família Bolsonaro e executores do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes (14/03/2018). FATOS: (1) Jair Bolsonaro mantinha casa (nº 58) no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca; Ronnie Lessa — ex-PM que confessou os disparos contra Marielle — morava no mesmo condomínio, a menos de 60m da residência de Bolsonaro. (2) Élcio Queiroz, motorista do carro usado no crime, frequentou o condomínio ao menos 12 vezes entre jan e out/2018 (registros obtidos pela Folha). (3) O porteiro Alberto Jorge declarou em out/2019 à Polícia Civil que, no dia do crime, Élcio teria dito que ia à casa nº 58 ("Seu Jair") — depoimento marcado por inconsistências nunca esclarecidas; a defesa de Bolsonaro contesta. (4) Ronnie Lessa fechou acordo de delação em mar/2024 (homologado na gestão Lewandowski) apontando os irmãos Brazão como mandantes; os Brazão foram condenados. RESSALVA: a proximidade é documentada (mesmo condomínio, registros de entrada), mas NÃO há, até hoje, imputação judicial de participação dos Bolsonaro na morte de Marielle — o nexo é de vizinhança/contexto, não de autoria comprovada.
Milícia no Gabinete — Família Adriano da Nóbrega empregada por Flávio
Flávio empregou mãe (Raimunda Veras Magalhães) e ex-esposa (Danielle Mendonça) do chefe do Escritório do Crime por 11 anos no gabinete da ALERJ. Salário R$6.490/mês cada. Funcionárias fantasma participavam do esquema de rachadinha. Exoneradas em 13/11/2018 após denúncias.