Todos os dados apresentados são públicos e provenientes de portais de transparência governamentais. Este projeto não faz acusações — apresenta dados para fiscalização cidadã.
A Refit e o cofre do Master
A Refit (ex-Refinaria de Manguinhos), controlada por Ricardo Magro — apontado como maior sonegador fiscal do país (dívidas de ~R$ 26 bi a R$ 52 bi), foragido na Interpol e radicado em Miami —, movimentou R$ 1,4 bilhão com o Banco Master (out/2024–nov/2025, quatro alertas do COAF), mantinha conta no banco e alega ter sofrido calote de R$ 53,1 mi em operações de câmbio. Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kássio, defende a Refit no TRF-1 (tribunal onde o pai foi desembargador) ao lado de Jorge Berdasco, sócio do escritório de Magro, e obteve liminar contra a interdição da refinaria pela ANP. A Operação Poço de Lobato (nov/2025) bloqueou R$ 10,2 bi do grupo, num esquema descrito como do porto ao posto sem pagar imposto, com suspeita investigativa (em tese) de abastecer postos ligados ao PCC. A Lei Ricardo Magro, sancionada por Cláudio Castro (out/2025), previa parcelamento com corte de até 95% da dívida. A Justiça do RJ decretou a falência do Grupo Refit em 31/08/2026.
valor-chaveR$ 1,4 bi
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Refit passa a movimentar R$ 1,4 bi com o Banco Master (out/24–nov/25); o COAF emite quatro alertas.
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Cláudio Castro sanciona a Lei Ricardo Magro (RJ): parcelamento com corte de até 95% da dívida da Refit.
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Operação Poço de Lobato bloqueia R$ 10,2 bi do grupo Refit; a refinaria vai à recuperação judicial.
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Kevin protocola petições pela Refit no TRF-1 (ex-tribunal do pai) e obtém liminar contra a interdição da ANP.
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O TJ-RJ (5ª Vara Empresarial) decreta a falência das empresas do Grupo Refit.
