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O cofre dos servidores: os fundos de previdência
Ao menos 18 regimes próprios de previdência (RPPS) de estados e municípios aplicaram ~R$1,86 bi em letras financeiras do Master a até 140% do CDI, SEM garantia do FGC. O Rioprevidência (RJ) liderou com R$970mi. A apuração (STF/PF) aponta 'sincronismo' entre os aportes e a articulação política (em tese). Fundos de pensão fechados (Postalis, Previ, Funcef) tiveram exposição ZERO — foi dinheiro de servidores públicos.
valor-chaveR$ 1,86 bi
Ao menos 18 RPPS de estados e municípios aplicaram ~R$1,86 bi em letras financeiras do Master, sem cobertura do FGC. O Rioprevidência (RJ) liderou com R$970mi.
Na 8ª fase da Compliance Zero (26/05/2026), o min. André Mendonça (STF) apontou 'sincronismo' entre encontros de Cláudio Castro com Vorcaro e os aportes do Rioprevidência, e mensagens sugerindo dependência de 'alinhamento político' (em tese).
A Previc informou que, em 30/09/2025, NENHUM fundo de pensão fechado (Postalis, Previ, Funcef) tinha investimento no Master — a exposição foi exclusivamente de RPPS de servidores públicos.
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Rioprevidência (RJ) pede o credenciamento do Master no mesmo dia da posse do novo diretor de investimentos; aprovado em 12 dias.
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O BC decreta a liquidação extrajudicial do Master; as letras financeiras dos RPPS ficam sem cobertura do FGC.
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8ª fase da Compliance Zero: o min. André Mendonça (STF) aponta 'sincronismo' entre encontros Castro×Vorcaro e os aportes (em tese).
